segunda-feira, 18 de agosto de 2008

" Cuides a forma com que tratas as pessoas que verdadeiramente te amam. Dê mais atenção. Valorize.
Trocá-las por velhas promessas ( não cumpridas) podem magoá-las e fazer-te perdê-las, para sempre.
Até mesmo o mais forte e belo amor sabe a hora de renunciar.
E para renunciar, basta sentir-se preterido.
Cuides...cuides muito a forma com que tratas as pessoas que, verdadeiramente te amam. Doe-se.
A forma com que tratamos os outros é, indubitavelmente, a
forma com que somos ou seremos tratados.
"

( Carla Lisiane )

domingo, 17 de agosto de 2008

Fé x Religião




Nos últimos tempos tenho me perguntado: o que fé tem a ver com religião? Em toda a minha vida, já fui a várias. Quando pequena, lembro-me que freqüentava a Umbanda branca. Em frente à minha casa havia um centrinho ( hoje desativado ) onde toda sexta-feira eu ia para lá, encher as pequenas mãozinhas de bala. Esse era meu único objetivo. Me fascinava aquela grande lata colorida, cheia de guloseimas, como também, me deslumbrava com o quadro de Iemanjá. Ficava olhando fixamente para ele e de certa forma, me transportava para dentro daquela imagem, que até hoje me encanta, porque nunca esqueci disso. Durante algum tempo em minha infância, participava de escolinhas, espíritas e metodistas. Depois, com o desenrolar dos acontecimentos, fui parar na católica e em outras crenças. Ganhei de meu pai, uma bíblia infantil, e adorava lê-la. Acreditava piamente em tudo que estava escrito nas Escrituras Sagradas. Até que o destino começou a pregar-me algumas peças. E recorri, fervorosamente àquele Deus, que estava descrito ali. Não o encontrei. E mais ou menos, aos sete anos de idade, passei a desconfiar da existência dele. Se ele tudo ouve e tudo vê...porque não me via e ouvia?
Fui crescendo com uma certa mágoa, admito. Porém, na adolescência, passei a perceber que coisas diferentes aconteciam comigo. Passei a me sentir protegida, amparada por algo que até então não acreditava muito. Retornei a freqüentar centros espíritas e umbandistas. Na verdade, encontrei minha fé. Mas a roda da vida continuava a girar e a evolução se fazia necessária. Novas provações se puseram diante de mim. Novas dúvidas e decepções. Onde estava Deus que não me amparava? E meus mentores, porque me abandonaram? Aos poucos, troquei a revolta pela busca e pelo conhecimento. E isso, nada teve a ver com religião. Comecei a ir atrás de tudo que me chamava a atenção sobre espiritualidade. Tudo o que se referia a isso, não passava despercebido. E assim, fui formando um conceito sobre o assunto, que aos olhos de alguns, é insensato. Hoje, acredito que a espiritualidade é algo muito mais abrangente do que crêem algumas religiões. Para mim, funciona como um grande hospital, onde todos os médicos tiveram que cursar Medicina, porém, cada um se especializa numa determinada área. E os pacientes passam por triagens, e são encaminhados ao especilista de acordo com sua moléstia. Simples assim. Pouco deve importar se foi um santo, uma entidade ou um espírito que o abençoou. O que realmente importa, é a sua cura. Há pouco tempo minha teoria foi colocada à prova. Minha fé foi testada. E descobri que possuí-la, é mais importante do que ter uma religião. Religiões são administradas por seres humanos. E seres humanos são passíveis de erro. Por isso existem padres pedófilos, evangélicos que lavam dinheiro, umbandistas que utilizam seus conhecimentos para fazer o mal à outrem e farsantes que se dizem espíritas.
Mas, se tu tens fé e firmeza de caráter, essas coisas não te atingem. E tu passas a perceber que tua crença religiosa faz sentido sim, independente de qual seja. Porque ela é só um instrumento para o exercício de tua crença em "Deus", unicamente. De nada adianta passar o dia ajoelhada orando, se essa oração não vier do coração, não for verdadeira. E também, de nada adianta culpar ao Divino, se te faleces a fé.
Descobri, que meus mentores sempre serão os mesmos e sempre estarão ao meu lado, independente do caminho espiritual que resolver seguir. Eles sempre estarão lá. Talvez com outras roupagens, mas estarão lá, se eu verdadeiramente assim o crer.
Hoje descobri que para se chegar até Deus, basta querer encontrá-lo.
Porque ele sempre esteve comigo. Sempre me via e ouvia. Eu é que, prestando atenção somente em minhas tristezas, me achando a última das vítimas, não o percebia...

Bjusss à Todos!!!!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

"A liberdade tem o seu preço: o livre arbítrio;
o livre arbítrio tem o seu peso: a escolha do caminho correto!"

domingo, 10 de agosto de 2008

Quando te decidires, segue !!!
Não espere que o vento
Cubra de flores o caminho.
Nem sequer espere o caminho.
Cria-o! Faze-o, tu mesmo,
E parte...
Sem lembrar que outros passos pararam.
E que outros olhos ficaram,
Te olhando seguir.
(Prado Veppo)

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

" Põe tua boca sobre a minha, mas deixa minha língua livre, para poder falar de amor."
( Extraído do livro O Livreiro de Cabul )

sábado, 2 de agosto de 2008

Nostalgia...



Tchê!!Esses dias fui num salão dar um trato nos meus lindos cachos, e naquela espera toda (normaaaal) entre uma revista e outra, achei um almanaque sobre os anos 80/90. Surpresa!!! Toda a minha infância estava contida ali. Eram tantas coisas para recordar, que nem me importei mais com a demora no atendimento. Muito, muito legal. Quem não lembra do He-man e da She-Ra? ( Você pagará caro por isso, He-Mannn!!!). Caramba, quanto tempo. Também tinha a Caverna do Dragão e o chato do Mestre dos Magos. Eu nutria por ele uma certa raiva, porque pensava assim: "custa ele falar o caminho certo e mostrar a saída? Custa?" Não, espere aí, também não perdia os Ursinhos Carinhosos, os Smurfs e o Cavalo de Fogo. Ahhh...coisa meiga. Eu a.m.a.v.a o Balão Mágico (porque era apaixonada pelo Jairzinho, huahauhauahuaha...) e também o Xou da Xuxa. Até cartas escrevia. Jesus, misericórdia. Que criança mais sem noção. E os discos dela? Nós tínhamos quase todos. Acho que tínhamos algumas fitas cassete também. Escutávamos naqueles rádios de duplo deck que lá pelas tantas, não agüentava aquela voz miada da rainha dos baixinhos, e enrolava toda a fita. Choradeira geral. Como poderíamos ensaiar as coreografias? Como se não bastasse, por vezes pegávamos a fita ou disco emprestados e gravávamos no tal rádio (coisa de fã, mas de fã pobre, claro). Tá, também preciso confessar...Certa vez amarguei horas de espera num hotel para conseguir o autógrafo dos Paquitos. Era enlouquecida por um deles (me apego fácil as pessoas, sabe). Credo em Cruz. Mas são recordações especiais né? Outra hora vou postar mais a respeito dos anos 80 como séries, propagandas, músicas, brinquedos ( A Estrela é nossa companheira, nossa brincadeira, nossa diversão...hahahahahahaha). Então tá, em breve nos falaremos de novo.

Bjsss!!!

A propósito...você já teve a melissinha que vinha com a pochetinha? E usava com meias coloridas?? Minha Nossa Senhora...que fase hein?Huahuahauhauahauhauahauha...

Mais bjssss!!!

Don't Worry be Happy - Mart'nália



" Sou como você me vê, posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania...
Depende de quando e como você me vê passar."

Clarice Lispector