Retorno ao blog depois de sei lá...quase um ano? Mais?
Vida completamente mudada, novos lugares, novas pessoas, tudo novo.
Então eu consegui!
Que mais eu quero da vida?
Que mais eu quero de mim?
Inícios...
E ainda há quem diga que algumas coisas não valem à pena...
" Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada. " Clarice Lispector
sexta-feira, 29 de julho de 2011
sábado, 11 de dezembro de 2010
"Não sou para todos. Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos. Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias .. !
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Eu ainda não havia me dado conta da importância de encerrar ciclos. Pois hoje tive a prova concreta da necessidade de pôr fim em certas coisas que não fazem mais parte de minha vida, para que outras coisas melhores tenham espaço para entrar. Mas foi assim, na prática mesmo, que descobri isso. Incrível como passamos batido, como não percebemos que o Universo sempre conspira a nosso favor...
Outra coisa simples e incrível: estava eu caminhando e rindo sozinha na rua. A felicidade havia batido em minha porta hoje e não consegui disfarçar minha alegria. Qual não foi minha surpresa ao cruzar por três pessoas também rindo sozinhas. Nunca prestei atenção a esses detalhes. Descobri que as pessoas riem sozinhas na rua não porque são loucas, desiquilibradas, mas porque estão verdadeiramente felizes por algum motivo especial...
A cada dia, um aprendizado,
E o ano encerrando...
Eiita...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Não acredito em pessoas que se complementam.
Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes, você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro.
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…
Acho que o beijo é importante…e se o beijo bate…se joga…senão bate…mais um Martini, por favor…e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.E nem sempre as coisas saem como você quer…
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta.
É mais previsível.
Na vida e no amor não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?
Arnaldo Jabor
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Esses dias li o livro Vivendo e Aprendendo, de Roberto Shinyashiki, que fala sobre algumas lições que o autor recebeu da vida. Ele pede ao leitor que escute In My Life (The Beatles) antes de iniciar a leitura.. E eu como sou muiiito curiosa, fui escutar a tal música. Nossaa, linda demais... E para não passar em branco, aí estão vídeo e tradução da letra.
In My Life
Em Minha Vida
(The Beatles)
Há lugares de que me lembro
Toda minha vida, apesar de alguns terem mudado
Alguns para sempre, não para melhor
Alguns se foram e alguns permanecem
Todos esses lugares tem seus momentos
Com amores e amigos que eu ainda me lembro
Alguns estão mortos e alguns ainda vivem
Em minha vida, eu amei todos eles
Mas de todos esses amigos e amores
Não tem nenhum que se compare a você
E essas memórias perdem o sentido
Quando eu penso no amor como algo novo
Apesar de saber que nunca vou perder o amor
Pelas pessoas e coisas que vieram antes
Eu sei que sempre vou parar e pensar neles
Em minha vida, te amarei mais
Apesar de saber que nunca vou perder o amor
Pelas pessoas e coisas que vieram antes
Eu sei que sempre vou parar e pensar neles
Em minha vida, te amarei mais
Em minha vida, te amarei mais
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Às Vezes
Às vezes, as pessoas que amamos nos magoam e nada podemos fazer, senão continuar a nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança, mas alguém aparece para nos confortar.
Às vezes o amor nos machuca profundamente e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar; é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol, a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto; é a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, a traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo e por isso nunca fizeram amor, apenas transaram, descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez e agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-las a reconstruir um coração quebrantado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu. São fatores importantes:
a) a relação com a família;
b) as condições econômicas nas quais se desenvolveu (dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter);
c) os relacionamentos anteriores e as razões do rompimento;
d) seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá, manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam, esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.
Aproveite ao máximo seus momentos de felicidade, quando menos esperamos iniciam-se períodos difíceis em nossas vidas.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento, manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco, pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário, existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
Não procure querer conhecer seu futuro antes da hora, nem exagere em seu sofrimento, esperar é dar uma chance à vida para que ela coloque a pessoa certa em seu caminho.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não esteja apenas de passagem, como acontece com muitas pessoas que cruzam nosso caminho.
(Desconheço Autor)
Nossaaaa...quanto tempo hein? Nem sei se ainda sei escrever (rsrsrs...).
Minha vida mudou completamente neste intervalo de três meses. Mudei de casa, de cidade, de estado. Disse que ia fazer...e fiz! Devido a isso faltou-me tempo e um pouquinho de disposição para postar no blog, não vou mentir. Agora, é só esperar o resultado das mudanças, que óbvio, deverá ser bom , porque onde há vontade, há caminhos.
Então...
Tô de volta!
Bjussss à todos!!!!
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
A Solidão Contente
Ivan Martins
Editor Executivo Revista Época
Ontem eu levei uma bronca da minha prima. Como leitora regular desta coluna, ela se queixou, docemente, de que eu às vezes escrevo sobre “solidão feminina” com alguma incompreensão.
Ao ler o que eu escrevo, ela disse, as pessoas podem ter a impressão de que as mulheres sozinhas estão todas desesperadas – e não é assim. Muitas mulheres estão sozinhas e estão bem. Escolhem ficar assim, mesmo tendo alternativas. Saem com um sujeito lá e outro aqui, mas acham que nenhum deles cabe na vida delas. Nessa circunstância, decidem continuar sozinhas.
Minha prima sabe do que está falando. Ela foi casada muito tempo, tem duas filhas adoráveis, ela mesma é uma mulher muito bonita, batalhadora, independente – e mora sozinha. Ontem, enquanto a gente tomava uma taça de vinho e comia uma tortilha ruim no centro de São Paulo, ela me lembrou de uma coisa importante sobre as mulheres: o prazer que elas têm de estar com elas mesmas.
“Eu gosto de cuidar do cabelo, passar meus cremes, sentar no sofá com a cachorra nos pés e curtir a minha casa”, disse a prima. “Não preciso de mais ninguém para me sentir feliz nessas horas”.
Faz alguns anos, eu estava perdidamente apaixonado por uma moça e, para meu desespero, ela dizia e fazia coisas semelhantes ao que conta a minha prima. Gostava de deitar na banheira, de acender velas, de ficar ouvindo música ou ler. Sozinha. E eu sentia ciúme daquela felicidade sem mim, achava que era um sintoma de falta de amor.
Hoje, olhando para trás, acho que não tinha falta de amor ali. Eu que era desesperado, inseguro, carente. Tivesse deixado a mulher em paz, com os silêncios e os sais de banho dela, e talvez tudo tivesse andado melhor do que andou.
Ontem, ao conversar com a minha prima, me voltou muito claro uma percepção que sempre me pareceu assombrosamente evidente: a riqueza da vida interior das mulheres comparada à vida interior dos homens, que é muito mais pobre.
A capacidade de estar só e de se distrair consigo mesma revela alguma densidade interior, mostra que as mulheres (mais que os homens) cultivam uma reserva de calma e uma capacidade de diálogo interno que muitos homens simplesmente desconhecem.
A maior parte dos homens parece permanentemente voltada para fora. Despeja seus conflitos interiores no mundo, alterando o que está em volta. Transforma o mundo para se distrair, para não ter de olhar para dentro, onde dói.
Talvez por essa razão a cultura masculina seja gregária, mundana, ruidosa. Realizadora, também, claro. Quantas vuvuzelas é preciso soprar para abafar o silêncio interior? Quantas catedrais para preencher o meu vazio? Quantas guerras e quantas mortes para saciar o ódio incompreensível que me consome?
A cultura feminina não é assim. Ou não era, porque o mundo, desse ponto de vista, está se tornando masculinizado. Todo mundo está fazendo barulho. Todo mundo está sublimando as dores íntimas em fanfarra externa. Homens e mulheres estão voltados para fora, tentando fervorosamente praticar a negligência pela vida interior – com apoio da publicidade.
Se todo mundo ficar em casa com os seus sentimentos, quem vai comprar todas as bugigangas, as beberagens e os serviços que o pessoal está vendendo por aí, 24 horas por dia, sete dias por semana? Tem de ser superficial e feliz. Gastando – senão a economia não anda.
Para encerrar, eu não acho que as diferenças entre homens e mulheres sejam inatas. Nós não nascemos assim. Não acredito que esteja em nossos genes. Somos ensinados a ser o que somos.
Homens saem para o mundo e o transformam, enquanto as mulheres mastigam seus sentimentos, bons e maus, e os passam adiante, na rotina da casa. Tem sido assim por gerações e só agora começa a mudar. O que virá da transformação é difícil dizer.
Mas, enquanto isso não muda, talvez seja importante não subestimar a cultura feminina. Não imaginar, por exemplo, que atrás de toda solidão há desespero. Ou que atrás de todo silêncio há tristeza ou melancolia. Pode haver escolha.
Como diz a minha prima, ficar em casa sem companhia pode ser um bom programa – desde que as pessoas gostem de si mesmas e sejam capazes de suportar os seus próprios pensamentos. Nem sempre é fácil.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
"..Há tanta coisa no meu destino que não posso controlar, mas outras coisas estão, sim, sob minha jurisdição. Existem determinados bilhetes de loteria que posso comprar, aumentando assim, minhas chances de encontrar satisfação. Posso decidir como gasto meu tempo, com quem interajo, com quem compartilho meu corpo,minha vida,meu dinheiro e minha energia. Posso decidir o que como, o que leio, e o que estudo. Posso escolher como vou encarar as circunstâncias desafortunadas da minha vida - se as verei como maldições ou como oportunidades ( e, quando não tiver forças para adotar o ponto de vista mais otimista, porque estou sentindo pena demais de mim mesma, posso decidir continuar tentando mudar minha atitude). Posso escolher minhas palavras e o tom de voz com que falo com os outros. E, acima de tudo, posso escolher meus pensamentos..."
(Do livro Comer, Rezar e Amar) P.S: aquele que ainda não li...
domingo, 15 de agosto de 2010
" No íntimo todas as pessoas são frágeis e sensíveis. Não acredito que a idade ou a experiência façam muita diferença. Até as pessoas mais grosseiras carregam no seu interior sentimentos de ternura e emoções do coração.
É por isso que, nos relacionamentos, as pequenas coisas são as grandes coisas."
[Stephen Covey]
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
De volta...
Faz tempo que sumi hein?
Calma...a parada faz parte da caminhada.
Mas já estou de volta,
Renovada!
Tudo acontece da forma que tem que acontecer...
Bjusss à todos!!!
Calma...a parada faz parte da caminhada.
Mas já estou de volta,
Renovada!
Tudo acontece da forma que tem que acontecer...
Bjusss à todos!!!
sábado, 17 de julho de 2010
O recado do Sábio...
" Mestre interior é a serenidade que vem da certeza de que sempre existirá uma passagem que leve, do escuro profundo, para a luz clara do dia, sempre. Sua orientação se dá quando a intuição se faz mais forte que as dúvidas da razão, e diz que essa é a hora e aquela a direção."
domingo, 11 de julho de 2010
O adeus à Jabulani
E a Copa acabou. Que Pena!!
Mas mesmo depois de todos os fiascos, decepções, estrelas que não brilharam, narrações e comentários sem nexo do Galvão Bueno e daquele barulho infernal das vuvuzelas...juro que sentirei falta. Sobretudo de ver a alegria dos africanos (que deram um show a parte) e a tristeza do Maradona, depois que "caiu de quatro". Também farão falta as previsões do polvo Paul, com o qual já agendei uma "consulta" para saber sobre meu futuro glorioso.
Gosto de futebol. Gosto mesmo. Não estava apostando na Espanha como campeã, mas enfim...a maioria dos jogadores eram linnnndos, então valeu a pena assistir aos jogos. Agora terei que me contentar com o Campeonato Brasileiro mesmo. Que perde toda a graça depois de uma copa, claro.
Mas vâmu que vâmu...2014 já tá "quase" aí e o negócio é ter fé. Que venha o Hexa! Mas se não vier também, azar do goleiro!
Tema Oficial do Mundial Africano - Waka Waka (Shakira)
Assinar:
Postagens (Atom)
Don't Worry be Happy - Mart'nália
" Sou como você me vê, posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania...
Depende de quando e como você me vê passar."
Clarice Lispector


