quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Ahhh...custou mas entendi...

A vida sempre ensina...

Não te exponhas demais.
Isso pode fazer com que,
até as pessoas que tu mais amas
percam o respeito por ti.

Pense bem, antes de abrir seu coração.
Sinta, fale, aja, mas no momento certo.

E, se esse momento não surgir...deixe passar.

Mas, não te exponhas demais.
Há coisas que nem todos estão dispostos ou preparados
para ouvir,
para viver,
para sentir...

E isso
A vida sempre ensina...
(Carla Lisiane)
"...Reconhece a queda, mas não desanima. Levante, sacode a poeira e dá a volta por cima! "


Eu & minhas experiências.
Beijussss à todos!!!

Tem cada uma que parece duas...

Chica da Silva Xavier - Terça Insana

"...Quando ouvires do teu coração, que não há nenhuma necessidade em te preocupares com a tua vida, saibas que ele apenas quer que compreendas que nada é tão sério a ponto de te perderes para sempre da tua divindade, ficando condenado a não ver mais a luz que é tua por natureza...

...Confia e vai em teu caminho de paz, nada é mais gratificante que ver alguém emergir da escuridão, apenas por haver acreditado na existência da luz, ela sempre esteve presente...era só abrir os olhos."

( Desconheço Autor )


"O desejo tem que ser expressado, caso contrário, é inútil sentir e pensar. "

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Depois da Tempestade

Depois das grandes tempestades em nossas vidas, às vezes, ao invés da bonança esperada, costumamos fechar a alma para balanço. E por mais que digamos estar disponíveis e abertos ao diálogo, bem no fundo do nosso coração colocamos uma porta. E esta porta fica tão trancada, que se nós mesmos não a abrirmos, torna-se-á quase que intransponível. É como se nossa casa tivesse sido saqueada e o medo de que fosse arrombada de novo não nos deixasse viver sossegados. Visitantes cadastrados até poderiam chegar ao jardim...mas passar pela soleira, quem disse? E ficamos tantas vezes nos perguntando, o porque de ninguém se aproximar muito de nós; se pensamos, numa atitude de bloqueio à verdade, que estamos dando espaço para que todos nos visitem. Fingimos não enxergar o letreiro luminoso de “passagem proibida” ou os cadeados enormes que colocamos nos portões e nos muros que erguemos ao redor de nós, porque é duro admitir que temos medo de mais experiências depois de uma, duas, três ou mil delas que não deram certo.

Mas se só as pessoas sensíveis enxergam nosso bloqueio e elas são cada vez em número menor, as não tão persistentes se afastam, com medo de que soltemos os cães bravos em cima delas e as ponhamos para correr. Assim acabamos, por comodismo, ficando com as pessoas menos perigosas; com aquelas com quem sabemos que nunca chegaremos a ter envolvimento maior, até porque sua percepção não é tão aguçada para penetrar no nosso interior. Ficamos com aquelas com quem temos menos afinidades e pouca cumplicidade, principalmente aquela que vem do fundo da alma, porque não queremos que ninguém invada a fortaleza inexpurgável dos nossos segredos, onde guardamos as mágoas, os ódios não passados à limpo e os amores mal sucedidos. Não queremos saber de quem nos leia os pensamentos e não pretendemos nos prender a nada, embora digamos sempre o contrário e saibamos que a falta de amarras num ponto onde poderemos atracar quando estamos à deriva, pode constituir uma bela teoria de liberdade, mas não nos gratifica, pois o ser humano não nasceu para ficar só. Nos poucos dias em que Adão esteve solitário, o próprio Deus achou que ele precisava de uma companhia, e criou Eva. Mas o casal embora tendo suas brigas, não teve a possibilidade de escolha que nós temos. Um teria ao outro ou nada, pois não existiria ninguém além deles dois no recém-criado mundo. Nós, bem ou mal, podemos escolher os amores e os amigos. E que possamos escolher os melhores, enão os mais cômodos. E que possamos, também, ter alguns inimigos e, entre os nossos conhecidos, pessoas incompatíveis conosco, porque são eles que nos ajudam a superar nossos limites e nos botam pra frente, nem que seja para que lhes mostremos do que e quanto somos capazes. Precisamos ter histórias para contar, sejam elas com finais felizes ou tristes. Precisamos passar por experiências que nem sempre são gratificantes, pois uma existência passada em brancas nuvens, é uma existência sem frutos. Um dia talvez, venhamos a entender melhor os mistérios da vida, e que, para chegarmos a um determinado ponto, muitas vezes teremos que passar por vários obstáculos. Talvez entendamos que precisamos nos purificar sofrendo várias provações até conseguir nossos objetivos e receber alguma recompensa. Algumas doutrinas religiosas e filosóficas tentam explicar porque algumas pessoas sofrem e outras são poupadas e porque alguns de nós encontram suas metades e outras passem a vida à procurá-la. Mas são explicações que talvez nós, leigos, não consigamos facilmente entender. A única coisa que podemos arriscar, é que nada acontece por acaso ( ou será que acontece? ). Talvez quando sofremos, estejamos passando por um processo de purificação que nunca será entendido ou aceito por nós enquanto estivermos vivendo a experiência. Talvez quando procurarmos alguém ou alguma coisa, estejamos nos informando; talvez, quando encontrarmos tanta gente incompatível conosco é porque, de alguma maneira, somos ou fomos as pessoas determinadas à surgir em suas vidas, seja para suportá-las, ajudá-las ou para que através delas, aprendamos alguma lição importante: da serenidade à perseverança, da paciência à fé. Mas por mais que apanhemos, que nos escondamos para fugirmos da vida, de nós mesmos, dos machucados e rejeições, tudo passa. O desespero nunca foi solução para nada, pois afinal, não há mal que sempre dure, e nem bem que nunca acabe. A vida sempre seguirá dando voltas. Tomara que saibamos aproveitar as ascensões para levantar quem estiver próximo a nós, e as quedas para aprendermos a ser humildes.

" Em todo homem existem centenas de homens: o homem tem possibilidades infinitas: basta pensar que um manifesto, colado a uma parede, com uma ordem de mobilização, transforma, de um dia para outro, um pacífico estudante num guerreiro. "

terça-feira, 28 de outubro de 2008

O Sol - Jota Quest

Essa música fala muito do meu momento atual...

Vale à pena ler...


Atritos


Ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando- me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvidas, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas.
Faz parte... Reveses momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheios de excessos.
Os seres de grande valor, percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois, Deus fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade, a de amar...
Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado, faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e... os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento. ..
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado.

(Roberto Crema)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Silencia e Espera


No tumulto das inquietações da Terra, é provável encontres igualmente os desafios que se erigem por testes de compreensão e serenidade, no caminho de tantos companheiros de experiência.
Quanto possível, habitua-te a entesourar paciência, com a qual disporás de suficientes recursos para adquirir as forças espirituais de que necessitarás, talvez, para a travessia de grandes provas, sem risco de soçobro nas correntes do desespero.
Provavelmente ainda agora estarás suportando a incompreensão de pessoas queridas, em forma de prevenções e censuras indébitas; entretanto, se o assunto diz respeito unicamente ao teu brio pessoal, cala-te e espera.
Se amigos de ontem transformara-se em adversários de tuas melhores intenções, tolera as zombarias e remoques de que te vês objeto e de nada te queixes.
Diante de criaturas que te golpeiem conscientemente a vida, impondo-te embaraços e desilusões, desculpa e esquece, renovando os próprios pensamentos na direção dos objetivos superiores que pretendas alcançar.
E ainda mesmo que agressões e ofensas te firam nos recessos da alma, sugerindo-te duros acertos de conta, à face da manifesta injustiça com que te tratem, não passes recibo nas afrontas que te sejam endereçadas e nada reclames em teu favor.
Não piores situações em que alguém te coloque, não te revoltes, nem te lastimes.
Silencia e espera, porque Deus e o Tempo tudo esclarecem, restabelecendo a verdade, e, para que os irmãos enganados ou enrijecidos na ignorância se curem das ilusões e das crueldades a que se entregam, bastar-lhes-á simplesmente viver.
( Emmanuel)

No livro 'Calma';
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008



" Talvez a saudade seja uma das mais belas formas de afinidade...sem ela não teríamos a alegria de abraçarmos alguém, que mesmo distante, nos faz feliz."

Don't Worry be Happy - Mart'nália



" Sou como você me vê, posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania...
Depende de quando e como você me vê passar."

Clarice Lispector